Em Tripofobia, série composta por duas esculturas e duas pinturas objetos, expõe-se estudos sobre o pensamento junguiano, e em específico, uma fobia de buracos aglomerados. Segundo estudos, essa fobia aflora como herança subconsciente de algumas pessoas, manifestada pelo instinto de defesa de formas que oferecem perigo; como colônias de alguns animais perigosos. Tomando por referência todos esses estudos, a série se apropria de materiais que satisfaçam a intenção plástica  na criação de formas orgânicas que representem  essa fobia, e também percorrem a ideia de Jung, onde os buracos podem refletir o receio do que é eminentemente  oculto, ou a entrada ao submundo.
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